sábado, 28 de fevereiro de 2015

Bruno Correia - No meu canto (Rising Star - A próxima estrela)


Com a pura certeza de que este é o melhor cover que já ouvi da música... Amei!!!!*

#Automutilação

A automutilação é sem dúvida um dos vícios mais graves existentes na nossa sociedade, apesar de se falar pouco sobre o problema…
Muitas vezes os jovens começam a cortar-se com entrada na adolescência, falta de confiança, serem alvos de gozo, por vezes abusos sexuais ou tentativas, são algumas das razões, que os levam a entrar neste mundo da dor.
Cortam-se uma vez, duas, três… Pensando que quando quiserem conseguem parar de um momento para o outro, mas não é bem assim, chega-se a uma dada altura que cortar-se se torna um vício pois sempre que se sentem mal cortam-se para "aliviar", sempre que se irritam voltam a fazê-lo, praticamente, chegam a um ponto, que se cortam por tudo e por nada...
Grande parte desses jovens choram todas as noites até adormecer, tentam manter-se afastado de todo o mundo para não ouvir aquelas bocas a gozar, fingem e forçam um sorriso para que não se desmanchem em lágrimas, a dor de uma lâmina a arrastar-se pelos braços parece aliviar a parte psicológica, ficam completamente viciados na dor.
Alguns conseguem parar, outros quando se apercebem, já é tarde de mais, quando se apercebem que aquele não é o caminho certo já cortaram demasiado fundo, já estão nos seus últimos minutos. Mas aqueles que conseguem sobreviver e largar o vício, aquilo por que passam é demasiado forte… Os arranhões, os cortes, as lâminas, a dor, as marcas, nada disso vai desaparecer, é parte do passado desses jovens, nunca o vão conseguir apagar e quer queiram quer não vai fazer parte deles para sempre, mas, às vezes, apesar de tudo, ao mesmo tempo não querem que desapareça, pois as pessoas em que se tornaram se calhar nunca iria existir, talvez nunca viessem a ter metade da experiência de vida que ganham, tal como provavelmente não ficariam tão fortes como muitos ficam.

E eu admiro estes jovens, pois acredito que seja muito difícil e que seja preciso lutar muito para se conseguirem libertar deste horrível vício que é a automutilação, principalmente porque o corpo fica marcado dos cortes para sempre e por muito que tentem disfarçar, o passado não é apagado e as cicatrizes vão continuar presentes e mesmo assim, alguns, não deixam de mostrar o corpo, pois essas mesmas marcas são testemunho de um passado que nunca mais vai voltar e de uma grande experiência de vida.

O livro que apresentei em português foi Abzurdah, é um livro cujos temas são bulimia, anorexia e automutilação, como é óbvio o tema que escolhi para desenvolver na minha apresentação foi automutilação, o texto acima foi uma espécie te "texto plano" mas o que é verdade é que eu disse isto (de uma outra forma) como falei de outras cenas... Estava mega nervosa mas consegui ter 17 (aaahhhh nem acreditei). No fim da aula o stor perguntou-me o porquê de eu ter escolhido este tema e eu disse que foi porque é um tema pouco falado, depois perguntou-me se eu o fazia, eu nesse momento o meu coração saltou disse instantaneamente NÃO, mas fiquei ligeiramente assustada porque pensei que o stor se tivesse apercebido.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Carnaval

Oiii*
Bem já a algum tempinho que não escrevo aqui, por isso decidi falar um pouco de como foi o meu Carnaval.
Well, foi uma amiga da minha mãe que teve a ideia de nos juntarmos, eu, a minha mãe, ela e mais dois amigos delas e disfarçarmos-nos, foi na segunda à noite (era a única noite em que todos podiam xP lol), eu e a minha mãe fomos de hippies (peace and love), ela foi de tropa, a outra "moça" foi de policia e só ele é que foi desmancha prazeres e não se quis mascarar.
Fomos comer pizza (yumii) depois fomos para um bailarico, o ambiente estava bem porreiro, adorei, principalmente porque aquela que nos pintou e assim tem um feitio completamente diferente da minha mãe, ela é virada para festas, curtir a vida, já a minha mãe, bem ela é mais caseira (acho que já deu para ver xP), fartei-me de dançar, também queria beber uns copos (nada em exagero obv) mas com a minha mãe não deu, ainda não percebi muito bem o porquê de ela não gostar muito que eu beba mas whatever...
Com isto tudo acabei por chegar a casa passavam das 3h da manhã, é claro que só deu para chegar a estas horas porque estava com a minha mãe, porque das poucas vezes que consigo sair á noite, o máximo dos máximos à 1h tenho que estar em casa (por isso admirei-me no Natal quando não me deram horas para chegar).
Resumindo, a noite foi espetacular e quero repetir!! Fixe fixe era a minha mãe ficar em casa, mas pronto, já sei que não tenho essa sorte. xP

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A Primeira Vez

Hoje o post vai ser um pouco diferente do habitual. Para "celebrar" o centésimo post no blog desde que iniciei esta nova etapa, decidi falar um pouco de um tema que, muito sinceramente, por vezes, ainda é considerado assim meio tabu e já que nunca falei de nada do género aqui, portanto, achei interessante guardar um tema diferente para o nº 100. :)


Existem muitas "primeira vez"... A primeira paixão, o primeiro beijo, a primeira carícia, a primeira vez que estão despidos à frente de alguém! A primeira relação sexual! Mas o que mais atormenta os jovens é a primeira relação sexual, acaba mesmo por se tornar um verdadeiro quebra-cabeças, tanto para a rapariga como para o rapaz.
A primeira vez é um momento importante para quase todas as pessoas, e embora gere muita ansiedade e nervosismo tanto nas raparigas como nos rapazes, costumam ser elas as que mais perguntas fazem sobre o tema, mas os medos e as dúvidas são comuns.
Tanto elas como eles devem-se preocupar não em ter pressa para perder a virgindade, mas em perceber o nível de responsabilidade para tal ato, em esperar pela pessoa certa, não pressionar as coisas, muito menos planear... Quando se diz "esperar pela pessoa certa" não quer dizer que esperes pelo grande amor da tua vida, mas sim ter a certeza que te sentes segura(o) com essa pessoa, que tens um grande nível de confiança com ela! Mas não é só isto, quanto á responsabilidade, deves ter muita consciência e pensar muito bem no que queres, ter a preocupação em proteger-te (não só a ti, mas também á outra pessoa), pois para além do risco de apanhar doenças sexualmente transmissíveis corres também o risco de uma gravidez indesejada (apesar de muitas vezes, por ser a primeira relação, se dizer que não).
A primeira vez é, talvez, um dos passos mais importantes na vida de alguém, pois quer corra bem quer corra mal é algo que nunca vais esquecer, portanto mesmo que não corra como imaginavas, não desanimes, é perfeitamente normal que não seja aquele momento perfeito como demonstram nos filmes... Procura esclarecer todas as tuas dúvidas antes de decidir fazer o quer que seja, pois é bastante importante estares devidamente informada(o) para que não corras nenhum tipo de risco. Deves também refletir muito bem para que tenhas a certeza absoluta do que queres, para que não te arrependas mais tarde, por isso não convém teres muita pressa.
Resumindo, a primeira vez é algo que deve ser especial e inesquecível.... Não quer dizer que o faças com alguém que ames, deves sim fazê-lo porque queres e ter a consciência do que estás prestes a fazer, pois corra bem ou mal inesquecível vai sempre ser, especial já depende não só do significado que lhe atribuas mas também se a tornares especial independentemente com quem seja.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Bon Jovi - Living In Sin

Quem me conhece sabe que eu sou completamente louca pelo Jon Bon Jovi e esta é sem dúvida uma das minhas músicas favoritas, amo amo amo!!!!!


"So baby, can you tell me just where we fit in
I call it love they call it living in sin
Is it you and me or just this world we live in
I say we're living on love they say we're living in sin"

#18



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A little bit more about my story

Sempre achei que não iria conseguir... Toda a minha vida vivi submissa. Comecei a cortar-me aos 14 anos, nas pernas, nos braços, pulsos e noutras partes do corpo.
Quem sabe a minha história pergunta-me o porquê de ter começado a viciar-me na dor, mas eu nunca conto tudo, nunca digo as razões todas... Nem os meus melhores amigos, o A. e o Z. (e eles são talvez as pessoas que mais sabem sobre mim) as conhecem, ninguém, mas absolutamente ninguém as conhece!
Passados 2 anos e meio a cortar-me tomei uma decisão, decidi parar... E porquê? Estava farta de tudo, ia-me matando com os pulsos cortados, naquela noite tinha cortado tão fundo, demasiado fundo, que fiquei com uma hemorragia, nada a parava, queria gritar, mas não podia, chorava, transpirava dor, estava repleta de marcas. Não queria continuar com essa vida, por isso, mandei a escola ir dar uma volta e foquei-me única e exclusivamente em mim, ao inicio não acreditava que seria capaz, pois de tentativas falhadas para parar estava eu farta!
Admito que comecei a fumar, mas nada de relevante (meia dúzia de cigarros, talvez), aliás o tabaco nunca foi uma coisa que me chamasse muita atenção e foi talvez isso que fez com que não ficasse viciada, apesar agora, ultimamente, ter começado a fumar com mais frequência, mas consigo perfeitamente passar muito tempo sem fumar, é algo que não me faz muita falta. Acho que nunca cheguei a falar disto, nem no blog nem com as outras pessoas, o A. e o Z. também só sabem disto à relativamente pouco tempo.
Mas... Agora, que já fez 1 ano que não toco numa lâmina, acredito... Acredito que tudo é possível (e já o disse aqui várias vezes), o impossível torna-se possível se acreditarmos e lutarmos... Óbvio que precisei de muito trabalho, demorei pelo menos 5 meses para me sentir curada daquele horrível vicio, custou-me muito, isso é verdade, chorei, gritei, sofri... Passei por muito, mas também lutei e acreditei, e foi isso que fez com que hoje possa estar aqui a escrever, foi isso que fez com que hoje, mais do que nunca, me sinta viva! 
Mas também não me posso esquecer de todas as pessoas que me ajudaram, todos aqueles que me iam aturando os desabafos e que me fizeram ver que, apesar de tudo, a vida pode ser bela tal como ela é, basta tentarmos procurar o seu lado positivo e nunca o negativo. Ainda hoje tenho o corpo marcado dos cortes, mas, mesmo assim, isto já não é nada, o Verão ajudou-me, principalmente o sol... Os dias de piscina permitiram-me disfarçar grande parte das marcas, mesmo assim, isto não apaga o passado e as cicatrizes vão continuar cá, apenas com uma cor mais "suave" e sei que nunca vou conseguir desmarcar isto tudo do meu corpo e que vou continuar com várias das marcas visíveis.


domingo, 8 de fevereiro de 2015

#17



Sorry se tenho andado meia desaparecida, mas os testes nunca mais acabavam, prometo que agora vou passar mais tempo em contacto :)